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Um dia entre muitos: 17.05.2015

Dia 17.05 é considerado mundialmente como o Dia Internacional de Combate à Transfobia, Homofobia e Bifobia.

Sim, o dia foi ontem, mas deve ser lembrado todos os dias! Crimes, agressões físicas e morais continuam acontecendo motivados por um puro discurso de ódio e intolerância em relação  a orientação sexual, identidade de gênero, ou qualquer outra diferença que um indivíduo auto-proclamado como “normal” possa ver como agressão a seus valores morais.

Lembro que todos têm o direito a se desenvolver com seus próprios princípios e valores éticos, morais, culturais e religiosos. Mas lembro também que, vivendo em sociedade, em pleno ano de 2015 todos têm o direito a, acima de tudo, RESPEITO.

Desde a última quarta-feira, dia 14.05, a ONU lançou em diversos locais famosos do mundo, incluindo a Times Square em New York, o vídeo da campanha “Livres e Iguais”. A transmissão é parte das comemorações do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia.

05-14-free-equal-01-1024x683O vídeo apresenta pessoas filmadas em seus locais de trabalho e residências, entre as quais uma bombeira, um policial, uma cineasta, uma designer, uma assistente social, uma professora, um eletricista, um médico e dois pais homoafetivos.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também faz uma aparição na cena final do vídeo, ajudando a destacar o pedido da ONU de mais esforços conjuntos por uma maior aceitação e igualdade para as pessoas LGBT em todos os lugares. A cantora Sara Bareilles apoiou o projeto através da sua canção icônica Brave sendo utilizada como a trilha sonora do vídeo.

Fim dos preconceitos

“Lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais agora estão atingindo novas fronteiras e celebrando conquistas notáveis. Apesar desta transformação, os atos de discriminação e violência continuam contra a comunidade LGBT”, disse o diretor executivo do Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids (UNAIDS), Michel Sidibé. Já a diretora-geral da Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, apontou para evidências que mostram que os jovens LGBT são esmagadoramente expostos a vergonha, discriminação e violência, com trágicas consequências, incluindo traumas ao longo da vida e automutilação.

Bokova destacou o encontro entre os ministros da Educação na UNESCO em Paris, previsto para ser realizado no Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia em 2016, onde será lançado o primeiro relatório sobre a situação das respostas do setor da educação para a violência homofóbica e transexuais. A chefe da UNESCO afirmou que o encontro fornecerá uma avaliação do real alcance e consequências do fenômeno em todas as regiões.

Um grupo da ONU de especialistas em direitos humanos também pediu aos Estados ação para superar preconceitos e estereótipos através de iniciativas de combate à discriminação nas escolas e campanhas de educação pública. Os Estados-membros, disse o grupo, devem abordar a discriminação interseccional e a violência contra a juventude LGBT com base na raça e etnia.

Já o alto comissário da ONU para os Refugiados, António Guterres, pediu a todos os governos e sociedades que promovam os valores da tolerância e do respeito pela diversidade, além de construir um mundo onde ninguém deve ter medo de sua orientação sexual e identidade de gênero.

“Mais de 40 países em todo o mundo agora reconhecem, tal como o meu escritório, que a perseguição contra pessoas LGBT pode constituir um motivo válido de asilo nos termos da Convenção de Refugiados de 1951. A minha esperança é que mais e mais Estados-membros adotem esta abordagem no futuro”, disse Guterres.

“As pessoas que fogem da discriminação e da violência homofóbica e transfóbica muitas vezes experimentam perseguição múltipla, em casa e nos países de asilo, incluindo dentro de suas próprias famílias e comunidades. Neste dia, eu apelo aos Estados e sociedades para que proporcione a estas pessoas uma melhor proteção, além de eliminar todas as formas de violência e discriminação”, acrescentou o chefe do ACNUR.

Confira abaixo o vídeo da campanha:

Neste vídeo, mensagem de Michel Sidibé, Diretor executivo do UNAIDS, para o #IDAHOT:

 

“Nós não podemos tolerar a escolha seletiva de direitos em uma sociedade moderna.”, ressaltou Michel Sidibé, Diretor Executivo do @UNAIDS, em sua mensagem especial em celebração ao Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (conhecido mundialmente pela sigla #IDAHOT).

Fonte: Transexuaissp e naçõesunidas.org.

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